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Sexta-feira, 28 de Novembro de 2008

Contagem decrescente para salvar o planeta

Com a crise económica em pano de fundo, a Conferência das Nações Unidas sobre o Clima, em Poznan, dá início à negociação do acordo climático pós-Quioto, pós-2012.

 
Mesmo com a ausência da nova equipa do Presidente eleito dos EUA, que já se mostrou mais disposto a entrar num acordo global do que a administração Bush, que “rasgou” Quioto, Poznan deve activar a negociação do futuro protocolo, no momento em que as emissões mundiais de gases de efeito de estufa nunca foram tão altas.

As emissões dos países em desenvolvimento já totalizam mais da metade das emissões mundiais, e a China tornou-se o primeiro poluente à escala planetária.

Desde a entrada em vigor de Quioto, em 2005, as negociações climáticas acontecem em dois patamares. Por um lado, a Conferência das parte da Convenção para as Alterações Climáticas (com 192 países) e o Protocolo de Quioto.
 
Até agora, apenas os 37 países industrializados signatários do Protocolo estão sujeitos a metas de redução de suas emissões poluentes até 2012, o que levou os EUA a rejeitarem o tratado.
 
Das duas uma: Ou o novo acordo decide uma nova vida para Quioto, modificado e ampliado aos países das economias emergentes, ou, sobre adopta um "Protocolo de Copenhaga", que englobe todos os países e permita, sobretudo aos EUA, sair do zero.
 
Mas para já a palavra de ordem dos negociadores é para avançar no “Roteiro de Bali”. "É claro para todos que isto não pode continuar assim", comentou um diplomata ocidental, que não se quis identificar. "Até aqui, multiplicamos as opções sobre a mesa. A próxima etapa será limitá-las, caso contrário, chegaremos com 1.000 páginas a Copenhaga e assim não teremos nenhum acordo".

Em Poznan, é esperada a presença do secretário-geral da ONU, Ban-Ki-Moon, e do Prémio Nobel da Paz e ex-vice-presidente americano Al Gore.
 

Nos dias 11 e 12 de Dezembro decorre uma mesa-redonda dos ministros do Ambiente, para uma troca de opiniões sobre uma "visão compartilhada" de longo prazo da luta contra as alterações climáticas.

Essa visão, que tem como perspectiva o ano de 2050, deverá reflectir as ambições de cada um na redução de suas emissões poluentes e na preservação do clima.

 

publicado por editor às 11:22
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